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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Toma que o filho (não) é teu!

- Olha lá, Ademir!
- O que, mãe?
- Não tá reconhecendo?
- Quem?
- Olha ali!
- Aonde?
- Aqui ó, seu pai. Não reconheceu?
- Meu pai? Esse aí não é o meu pai!
- Como não? Olha aqui o Carlos!
- Como assim?
- Ah, filho. Eu não te contei, né?! Então, seu pai na verdade é esse aqui, o Carlos.
- Como assim?
- É, querido. Desculpe ter levado 25 anos pra te contar isso. Mas teu pai de verdade é esse que acabamos de encontrar na rua.
- Mãe, isso é alguma brincadeira?
- Não, filho. É sério! Olha só a semelhança entre vocês!
- Mãe, isso é um absurdo! Sempre acreditei que meu pai fosse o Gelson, e não esse Carlos aí, que eu nunca vi na minha vida! Não quero saber de mais nada! Você é uma mentirosa! Você não merece o meu amor! E outra, também não quero mais ser seu filho...
- É, tem outra coisa que preciso te contar.
- O quê?
- Eu também não sou sua mãe...

2 comentários:

Dani Brito disse...

rsrs....extrema falta de eufemismo!

Paula de Assis Fernandes disse...

o.o
quanta... surpresa!!!