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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os ossos da discórdia

No restaurante, satisfeito, o rapaz levanta-se e vai até o caixa:
- Quero pagar o meu almoço.
- Muito bem, deixe-me ver aqui. Hum, são dez reais.
- Certo. - o rapaz tira a carteira, mas lembra-se de algo. - dez reais? Mas o buffet não é sete?
- Sim, o senhor está certo, o buffet é sete reais.
- Ah bom.

O rapaz tira uma nota de sete reais da carteira e entrega ao caixa.
- Faltam três reais.
- Mas que diabos... você não me disse que o buffet é sete reais?
- Sim, eu realmente me lembro de ter dito algo dessa estirpe.
- Mas então! Acabei de te entregar uma nota de sete reais.
- Mas é que tem três reais da taxa de desperdício.
- Mas eu não desperdicei nada.
- Olha lá no seu prato, tem desperdício de comida.
- Como desperdício? Eu comi tudo, só deixei ossos no meu prato.
- Um, dois, três. Três ossos no seu prato.
- Ah tá, bonitão. Então quer dizer que deixar osso no prato constitui desperdício de comida?
- Você sabe quantos cachorros poderiam ser alimentados com esses ossos?
- Nunca ouvi tamanho disparate.
- Olha, rapazinho. Não sou eu quem faz as regras, entendeu? Eu só as cumpro!
- Vou reclamar com o Procon! Isso é um absurdo!
- Primeiro pague os três reais que faltam, aí depois você pode reclamar até com o Lula.
- Saco!

O rapaz paga, enfim, os três reais faltantes e sai do restaurante dizendo palavras de baixo calão (impróprios para o horário em que você está lendo esta história). O caixa vira-se para o seu chefe e diz:
- Olha aqui, chefe. Fiz cumprir a nova regra do restaurante, viu?
- Au! Au! - responde o chefe.

2 comentários:

Michele Matos disse...

aushaushaushuahsuahuahua
AHAAHUAHAUHAUAHUHAUAHUAHA
ahusahsuhahauhuashua

ღ Elci disse...

Boooaa