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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Cara caspento

Ontem, uma coisa me deixou muito preocupado: ao chacoalhar a cabeça, como faço todas as manhãs (afim de acordar o cérebro, ou, apenas para ter assunto para contar aos amigos) vi que caíram pequenos e nobres flocos de neve.

Foi tão lindo!

Meia hora depois de admirar tal fato, foi que eu decidi que aquilo não era neve de verdade, e sim, um montinho de caspa que havia se alojado em minha nobre cabeça.
Foi então que realmente fiquei triste.

Mas muito realmente mesmo!

Meus amigos me recomendaram mil tipos de xampus, sabonetes especiais e remédios para fazer a caspa desaparecer. Um amigo chegou no meio da conversa e disse que eu estava precisando comprar um guarda-chuva.
O nome é "dermatite seborréica". Caspa é só um apelido carinhoso.

Hoje de manhã, comecei a filosofar sobre os benefícios(?) da caspa, afinal de contas, ela é parte do meu corpo, e, como já disse o governador da Califórnia: "Meu corpo é meu templo!"

Foi aí que me lembrei de duas personalidades mundiais que cultivavam suas caspas sem problema algum, e é nelas que vou me inspirar a partir de hoje: o enxadrista russo Garry "Kasparov" e "Casper", o fantasminha camarada.

Agora, dêem-me licença, que vou fazer minha inscrição do vestibular da faculdade "Casper" Líbero.

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