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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Há sempre um nome de mulher

Andei por aí, vagando em busca da mulher perfeita para mim.
Encontrei a Ana, cujos lábios eram labirintos.
Mas não deu certo. Apesar de eles atraírem meus instintos mais sacanas, o seu olhar estava sempre distante. E sempre me enganava.

Conheci uma garota que usava salto 15 e saia de borracha.
Ela era meio doidinha. Falava que não estava nem aí para nada e se apresentou a mim como Natasha.
Mentira! Sempre soube que se chamava Ana Paula.
Tempo depois, passou assim por mim a Anna Julia. Não sabia o que era sofrer.
Putz! Larguei na hora. Era muito chata!

Procurei mais...

Acabei encontrando a Carla, que amei como jamais um outro alguém vai amá-la. A Madalena? Contei pra todo mundo que eu só queria ela.
A Beth... Ah, a Beth. Como tinha um balanço...
A Maria era um dom, uma certa magia, uma força que nos alertava. Conheci, também, a Iolanda, a Tereza, a Janaína, a Camila, a Alice, a Leila e a Sandra Rosa Madalena.


É. Mas não teve jeito mesmo! Voltei para a mulher perfeita.
Acabei caindo nos braços daquela que sempre foi a mulher de verdade: Amélia.


(agradecimentos: Engenheiros do Hawaii, Capital Inicial, Los Hermanos, LS Jack, Martinho da Vila, Barão Vermelho, Milton Nascimento, Pablo Milanez, Jorge Ben Jor, Biquini Cavadão, Nenhum de Nós, Kid Abelha, Eric Clapton, Sidney Magal e a dupla Ataulpho Alves e Mário Lago)

4 comentários:

Octávio Rossi disse...

Belo texto, mas esqueceu da Florentina.Tem a Teresa também!

Bom final de semana e nos vemos por ai.
Té mais

custela disse...

tambem eskeceu a geni (do chico)

Taiyo disse...

há há há há

Anônimo disse...

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